Meu último post (23/10/08) encerrava com a frase que intitula este aqui. Nesses dois últimos trimestres observei, perplexo, o desenvolvimento da crise. Vi governos de primeiro mundo despejar trilhões sobre os banqueiros e tycoons, trilhões esses convertidos em dívidas a serem pagas por futuras gerações de contribuintes.
Os capitalistas levaram um susto. Os governos de primeiro mundo também.
O fato é que a crise verdadeira não foi enfocada. Há consequências pela frente, a curto, médio e longo prazos.
A curto prazo, é o que estamos vendo: reformulação de ativos, buscando perfis mais palatáveis ao mercado. A médio prazo, uma grave crise de produção enquanto os meios de produção se ajustam ao novo paradigma. A longo, só Deus sabe…
Uma coisa é certa: os olhos estarão voltados para o novo sistema regulatório que deve vir por aí. Essa história de “derivativos exóticos” tem mesmo que acabar. Quem quiser jogatina, embarque para Goa.





O mundo dos negócios sob ataque cibernético, os Estados Unidos se retirando da economia mundial e o controle do comportamento de empregados por implantes de microchips no cérebro são cenários possíveis para os negócios em 2018, de acordo com um estudo publicado hoje pelo Chartered Management Institute da Inglaterra.